Mostrando postagens com marcador greve josé manuel farias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador greve josé manuel farias. Mostrar todas as postagens

domingo, 27 de maio de 2012

OS CONFLITOS HISTÓRICOS ENTRE ÍNDIOS E BRANCOS NO BRASIL

O programa Censura Livre, no dia 26-05, discutiu o tema "Os conflitos históricos entre índios e brancos no Brasil".


Participaram:
  • O historiador José Manuel Farias

  • O estudante Andrei Nismaschin

  • Cacique DARCI, da tribo de índios guarani instalada em Camboinhas, Região Oceânica de Niterói (por telefone)

Andrei Nismaschin, José Manuel e o jornalista Antonio Figueiredo



E MAIS...

  • REPORTAGEM ESPECIAL:
Governo paralisa negociação e universidades federais entram em greve



Professores de 44 instituições federais de ensino superior (41 universidade e três institutos federais) estão em greve. Eles reivindicam o cumprimento de um acordo firmado no ano passado com o governo federal com prazo para ser cumprido até 31 de março deste ano. O acordo, entre outros pontos, pede a reestruturação da carreira e um reajuste com a incorporação de gratificações.

Na noite de terça-feira, o comando nacional de greve da Andes divulgou uma carta aberta à sociedade brasileira em que critica o reajuste salarial de 4% proposto pelo governo e o atraso na reestruturação da carreira. O documento afirma ainda que o quadro é muito diferente do que o governo noticia.

Na segunda-feira, dia 28, haverá uma manifestação dos professores, a partir das 4 da tarde, na praça XV, no Rio de Janeiro, para esclarecer a população sobre o movimento grevista.

A jornalista Cecilia Setubal, do programa Censura Livre, ouviu a professora Sonia Lucio,vice-presidente da Associação Nacional de Docentes do Ensino Superior-ANDES-SN (no áudio, a íntegra da entrevista).










  • NOTÍCIA DA SEMANA:

  • Passeata em Copacabana neste domingo reúne médicos em protesto contra medida provisória









  • POR DENTRO DA MÚSICA:
  • Cem anos. Mudou alguma coisa?

    Este ano é o do centenário de nascimento de Luiz Gonzaga. Atualmente, várias cidades do Nordeste enfrentam enorme seca, apesar do muito dinheiro que já foi gasto na transposição do rio São Francisco, que, diz o governo, resolveria, ou vai resolver, o problema da seca.
    Foi a seca que gerou uma enorme corrente migratória de brasileiros, que vieram do Nordeste para a região Sudeste, principalmente a partir de 1930, buscando empregos e uma vida melhor. Trouxeram sua cultura, sua música. Trouxeram Luiz Gonzaga, entre outros.
    Hoje, fala-se em forró, mas a música nordestina é mais do que isso. Tem também o xaxado, a toada, o xote, a quadrilha, o aboio, o maracatu, o coco e, principalmente, o baião.
    Até o grupo de rock paulista Os Mutantes, que tinha Arnaldo, seu irmão Sergio, e Rita Lee, gravou música nordestina em seu primeiro disco: de Humberto Teixeira e Sivuca, Adeus Maria Fulô.



    Os Mutantes - Adeus Maria Fulô




    Luiz Gonzaga, quando enriqueceu, dava festas em sua fazenda e convidava os chefes políticos da região; na época, eram do partido da ditadura militar, a Arena, o que ocasionava discussões com seu filho, Gonzaguinha, assumidamente de esquerda. Mas Gonzagão, com Zé Dantas, um de seus parceiros fiéis, compôs o Vozes da Seca, que pode parecer, aos olhos de hoje, uma crítica aos programas assistenciais do governo federal, quando afirma que “Doutor, uma esmola, a um homem que é são, ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão”.
    Com Humberto Teixeira, compôs a música símbolo dos retirantes e migrantes nordestinos, Asa Branca, gravada por Gilberto Gil.



    Gilberto Gil - Asa Branca